Coordenador do Nepom também é ser humano

Não, não. Não vou chorar minhas mágoas ou contar minha vida triste para você não chorar e me dar um trocado (embora você possa me dar um trocado assim mesmo…na margem, algum valor positivo de benefício líquido é melhor que nenhum benefício, né?).

Também não vou falar de minha tristeza com a política econômica atual. Nada disto.

Meu assunto é mais tranquilo hoje. Eu também sou, a despeito do que alguns pensam, um ser humano e, portanto, também tenho gostos ou preferências. Até há pouco tempo, eu achava que só havia uma opção de “cerveja” no mercado. Aí descobri – graças à abertura econômica dos anos 90 e à globalização algo crescente dos anos seguintes – que existiam outros bens. Eu diria que descobri que o que eu acreditava ser uma “cerveja” era, na verdade, algo bem inferior ao que eu chamaria de “cerveja” hoje.

Logo, experimentando o novo bem, descobri que gostava mais deste do que do anterior. Resultado? O anterior passou a ocupar um espaço quase nulo em meu orçamento. É o que relatei no jornal, hoje. Bom, eu falei de forma um pouco diferente, mas os leitores deste blog são mais chegados no economês e, portanto, não preciso falar em linguagem tão informal, certo?

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Uma das reuniões em que, juntamente com o Vitor Willher, discutimos profundamente a questão da cerveja no bem-estar social brasileiro.

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