Apresentação de hoje

Eis aqui a apresentação de hoje. Ótima, por sinal.

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“População e políticas públicas: tendências e cenários para Minas Gerais”

Participei do Lançamento do Caderno nº 21 do BDMG, evento que aconteceu quarta-feira dia 30/10, e segue alguns comentários sobre o artigo publicado: “População e políticas públicas: tendências e cenários para Minas Gerais”.

Conforme apresentado por Frederico Poley, a redução do ritmo de crescimento da população brasileira está ligada, principalmente, a fecundidade e a questão migratória.

Uma figura que achei fantástica, foi a evolução etária da população do estado de Minas Gerais, percebe-se notoriamente a mudança de 1980 para 2010.

Não sei se é possível afirmar, mas foi apresentado que uma das consequências do fechamento da janela de oportunidade demográfica está sendo a redução da pobreza. Outros tópicos abordados que julgo que valem a pena ser ressaltados, são:

  • O que diferencia o Brasil dos países europeus que já passaram por isso (estreitamento da pirâmide etária), é que o que aconteceu em mais de 100 anos nestes países, no Brasil, está sendo realizado em torno de 50 anos!
  • Sabia que a transição demográfica está ligada a transição epdemiológica?
  • E, Emprego e Renda são os principais fatores de retenção da pessoa em uma cidade.

Querem saber mais? Clique aqui e baixe o Caderno.

O Futuro da Economia

A OCDE (Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico) produziu um vídeo, baseado em um relatório divulgado nesta semana, de como a economia  estará daqui a 50 anos.

O site da OCDE é http://www.oecd.org/ .

Nota

       Dado os piores resultados, em 2012, para a balança comercial, em relação a 2011, o governo optou por medidas que visassem melhorar esse saldo comercial, estimulando as exportações e diminuindo as importações. A variável câmbio, que afeta tanto as exportações quanto as importações, passou, a partir do terceiro trimestre de 2011 a sofrer desvalorização em relação às moedas estrangeiras, em parte pela política de compra de dólares por parte do Banco Central. A partir dessa depreciação cambial, o exportador passou a receber mais reais para cada dólar exportado e o importador passou a gastar mais reais para importar a mesma quantidade em dólares. No campo regulatório, as alíquotas de importação de diversos produtos subiram, de forma a desestimular a importação e “incentivar” a produção interna. 

       Entretanto, para o cumprimento do objetivo inicialmente proposto, essas duas medidas teriam que ser fortes o suficiente para compensar a desaceleração no volume transacionado em bens e serviços internacionalmente. Segundo os valores estimados, 65% das exportações brasileiras estão associadas às condições do comercio internacional e não sobre uma dinâmica própria do mercado. Os resultados para a variável câmbio demonstram que ao longo do tempo essa tem baixo efeito sobre a dinâmica das exportações brasileiras, de forma com que a depreciação cambial possa levar a um aumento ainda não substancial o suficiente para que o saldo comercial de 2012 chegue aos patamares de 2011.