Mais gastos do governo, mais inflação?

Neste artigo de Christiano, Einchenbaum & Rebelo, temos a inevitável- e não tão surpreendente assim – conclusão de que o multiplicador dos gastos do governo é mais potente (no impacto sobre o produto) quando a taxa de juros nominal é constante.

No caso brasileiro ainda não temos economistas mostrando nem uma estimativa similar e, portanto, podemos imaginar que o resultado dos autores serve para um debate rápido. Se alguém conseguir o link correto da entrevista do prof. A.C. Pastore no Estadão ontem, pode fazer uma reflexão crítica sobre este texto e a entrevista.

Em resumo: mais inflação é o resultado mais provável para o próximo ano. Isto significa que o Banco Central terá que agir, caso queira evitar a volta do gerador de décadas perdidas.

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