Para entender a crise – II

Alex providencia uma boa explicação sobre as últimas da administração Obama em relaçào à crise. Está bem didático. Aproveite e leia tudo.

Um assunto extra

Este blog geralmente não se desvia do assunto “economia”. Então, o leitor não ficará muito chateado de saber que nosso membro mais antigo, Pedro H. Sant’Anna, foi aprovado para o mestrado em Ciências Econômicas da Carlos III…e vai para lá, em breve.

Parabéns a ele. 

Lembro-me quando conversávamos e pensávamos em algo que viria ser o Nepom. Quanto tempo se passou. Parece que foi outro dia. Aliás, foi. Neste mês, fizemos um ano de existência…

Selic de um dígito: é motivo para entusiasmo?

Eis interessante matéria do “Estadão” sobre a possibilidade de vivermos sob uma taxa de juros de um dígito. Não sei se compartilho deste entusiasmo simplesmente porque a taxa de juros é mais um preço da economia que, eventualmente, pode chegar a um dígito ou dois dígitos. 

Minha desconfiança quanto ao otimismo vem, em parte, do fato de que o próprio governo ainda não escapou de sua posição de devedor. O discurso das autoridades, aliás, a cada dia que passa, parece mais e mais confuso sobre os problemas que uma elevada dívida pública traz para a sociedade

p.s. leia também isto.

Regulação bancária nos EUA e a crise

Mankiw faz um resumo de um excelente texto de Sumner acerca do tema acima. Vale a leitura para quem acompanha a conjuntura internacional.

p.s. os não-economistas terão alguma dificuldade com o texto.

Renato no jornal

Membro do Nepom no jornal? Sim, Renato e eu com um pequeno resumo sobre spread. As limitações de espaço dos jornais nos levam sempre a uma situação na qual, por mais que você queira, sempre falta o que dizer.

Obama deve salvar os bancos?

Qualquer um que viveu a estabilização macroeconômica brasileira conhece o termo “PROER”. Pois bem, ele é sempre polêmico para alguns, mas se você considerar que a política monetária é também uma política social, não há como escapar do debate técnico. 

Passei hoje pela página do Gustavo Franco e, como dizem as camisas turísticas, “eu me lembrei de você”. Assim, eis aqui uma dica bem didática para se entender o PROER. Pode não ser importante para o debate brasileiro (ainda), mas faz todo sentido no contexto norte-americano. 

p.s. amanhã vou descobrir se nossa própria faculdade consegue nos ver em sua intranet ou se apenas o público externo nos vê.