Lições japonesas para a crise atual

Índice de Sentimento dos Especialistas em Economia e a realidade

São os especialistas em economia mais otimistas do que a média? Detalhes aqui.

Desemprego estrutural e a recessão norte-americana

Qual a importância do desmprego estrutural para a recessão norte-americana? Menzie Chinn dá algumas dicas.

Feliz Natal

Aos nossos leitores e espectadores deste ano, desejo um Feliz Natal e um excelente 2010. Ano que vem o Nepom certamente passará por mudanças e, espero, este blog estará mais ativo. Caso tenham comentários ou sugestões, como sempre, usem os comentários.

Antes que eu me esqueça, aos meus alunos que buscaram fazer do Nepom um verdadeiro meio de auto-desenvolvimento, meus sinceros agradecimentos.

Eventualmente, nas férias, teremos um ou outro post aqui, conforme as novidades da economia.

Até mais.

Crise

O Kiel Institute tem um novo e-book sobre a crise, extenso (duzentas páginas), aqui.

O custo de Paulson

Dois economistas fizeram um belo trabalho: estimaram o custo-benefício do socorro de Paulson durante o início (ou o auge?) da crise atual. Veja o resultado aqui.

É o tipo de trabalho que todo economista deveria tentar fazer. É difícil, mas se queremos falar algo relevante sobre o mundo que nos cerca…

E o Nepom acertou!

O modelo indicou, a votação dos membros (exceto a Chris) também. E aí está o resultado.

Apresentação do NEPOM

Na última segunda-feira inovamos um pouco na apresentação do NEPOM. Bem, o resultado final é este.

Off topic…

Relatório mostra medidas quantitaivas de regulamentações para iniciar um negócio, lidar com alvarás de construção, empregar trabalhadores, registrar a propriedade, enfim, uma série de medidas que ao final são compiladas em um ranking incluindo 183 países. No Doing Business de 2009, nada de surpresas agradáveis para o Brasil, o país ficou na 129º.  Saudações à burocracia!!!

Mais gastos do governo, mais inflação?

Neste artigo de Christiano, Einchenbaum & Rebelo, temos a inevitável- e não tão surpreendente assim – conclusão de que o multiplicador dos gastos do governo é mais potente (no impacto sobre o produto) quando a taxa de juros nominal é constante.

No caso brasileiro ainda não temos economistas mostrando nem uma estimativa similar e, portanto, podemos imaginar que o resultado dos autores serve para um debate rápido. Se alguém conseguir o link correto da entrevista do prof. A.C. Pastore no Estadão ontem, pode fazer uma reflexão crítica sobre este texto e a entrevista.

Em resumo: mais inflação é o resultado mais provável para o próximo ano. Isto significa que o Banco Central terá que agir, caso queira evitar a volta do gerador de décadas perdidas.